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sábado, 6 de abril de 2013

Julgamento Mortal 12


la estava em pé junto do bar da boate Purgatório e analisava a morte. O sangue em
grandes poças, a ferocidade do seu júbilo. A morte chegara ali como a pirraça de
uma criança, cheia de calor, paixão e descuidada brutalidade. E Assassinato quase nunca era assunto limpo. Não importa se ardilosamente calculado ouselvagem e impulsivo, ele costumava deixar uma sujeira imensa para outros limparem.
O trabalho dela era avançar por entre os destroços do crime, recolher os pedaços e descobrir onde eles se encaixavam, a fim de remontar a imagem da vida que tinha sido roubada e, por meio dessa imagem, chegar ao rosto do assassino.
Naquele momento, as primeiras horas em um dia da hesitante primavera de 2059, suas botas esmagavam um mar de vidro quebrado. Os olhos dela, castanhos e objetivos,analisavam toda a cena: vidros estilhaçados, garrafas quebradas

POR:

PDL


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